"À medida que se envelhece, vão morrendo os neurónios da ansiedade. A velhice traz liberdade".
Leonard Cohen
Envelhecer bem significa agarrar firmemente todas as oportunidades da idade: Um apuramento da inteligência emocional e sabedoria, uma “autoplasticidade adaptativa” (que conduz a uma selecção, optimização e compensação como estratégias comportamentais), uma maior segurança em nós mesmos, uma menor impulsividade e influência da ansiedade, uma melhor aceitação das contrariedades, uma capacidade selectiva na retenção das recordações que estão ligadas a experiências positivas, em detrimento das negativas, reveladora de uma imensa sabedoria emocional.
E depois… a sensação de finitude impede-nos de perder tempo. Este vale agora mais e reclama contra o desperdício.
Esta consciência permite-nos acreditar no grande valor que os idosos representarão nas sociedades do futuro. Como diz Fernando Dacosta “viver-se-á mais devagar, nelas, para se existir mais profundamente, viver-se-á mais despojado para se ser mais equitativo. O avanço que os idosos estão a conseguir é um legado, para quem o souber ver, de acrescentamento, de esperança.”
E depois… a sensação de finitude impede-nos de perder tempo. Este vale agora mais e reclama contra o desperdício.
Esta consciência permite-nos acreditar no grande valor que os idosos representarão nas sociedades do futuro. Como diz Fernando Dacosta “viver-se-á mais devagar, nelas, para se existir mais profundamente, viver-se-á mais despojado para se ser mais equitativo. O avanço que os idosos estão a conseguir é um legado, para quem o souber ver, de acrescentamento, de esperança.”