Follow by Email

domingo, 28 de novembro de 2010

BOA SEMANA!

                                              Entrevista a Stephen Hawking

“- Como se mantém optimista?
- As minhas expectativas reduziram-se a zero quando tinha 21 anos. Desde então tudo na minha vida tem sido gratificação.”



Capacidade de escolha



             “Tudo pode ser retirado a um homem, excepto a última das liberdades humanas: Escolher a atitude a seguir perante determinadas circunstâncias.”
                                                                       Frankl

“Todos somos livres de escolher. A seguir à própria vida é a capacidade de escolha o nosso maior dom. O poder e a capacidade de escolha contrastam fortemente com o paradigma da vitimização e com a cultura de culpabilização tão em voga na actual sociedade."
                                                                                                                             Stephen Covey
 
           A nossa essência reside, sobretudo, na capacidade de direccionarmos a nossa vida. São as nossas escolhas que nos definem. Os animais reagem, os seres humanos podem escolher. É essa capacidade de escolha que nos permite progredir e inventar-nos a cada passo. 
E… Somos uma infinidade de possibilidades, possibilidades que podemos optimizar até ao final dos nossos dias.

 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Mudança

“A vida recomeça todos os dias, para uma nova partida, na certeza de que a mudança do mundo começa pela mudança de si mesmo.”
                                                                                              Jean Guitton

Eis uma história de tradição islâmica relatada por Christiane Singer, no seu livro “O lado positivo das crises”:

“Um velho sábio foi interrogado sobre a trajectória da sua existência até aquele dia. E eis como ele a resumiu em três etapas: Aos vinte anos tinha só uma oração: meu Deus ajuda-me a mudar este mundo tão insustentável, tão impiedoso. E durante os vinte e um anos seguintes, lutei como uma fera para constatar que, afinal, nada tinha mudado. Aos quarenta anos tinha apenas uma oração: meu Deus, ajuda-me a mudar a minha mulher, os meus pais, os meus filhos! Durante vinte anos, lutei como uma fera para. no final, constatar que nada tinha mudado. Agora sou um homem velho e apenas tenho uma oração: meu Deus, ajuda-me a mudar-me – e eis que o mundo, à minha volta, muda!.”

Nota: Muito obrigada Isabel por ser como é,  pela escrita com que nos brinda, pela forma como nos comove. Parabéns pelo seu 50º post, muitos parabéns por Escrever por Dentro, (in) escrevendo nos nossos corações.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

BOA SEMANA!

                                            CULTIVAR UM NOVO OLHAR
                                                           Boris Kustodiev
 

"Se não nos conectarmos às nossas necessidades profundas, psicológicas, fisiológicas, afectivas ou criativas, acabamos por criar novas necessidades que acabam em impasses porque a sua satisfação não nos preenche. Quanto mais o indivíduo está fragilizado mais se arrisca a tomar o consumo como um escape para preencher a necessidade de existir."
                                               Paul Aries

Aproximamo-nos do Natal: Luzes, montras feéricas, montanhas de brinquedos... Perguntamo-nos o que oferecer em embrulhos ricamente decorados. Um jogo de vídeo para o filho? Sai um todos as semanas, qual escolher? Em intermináveis filas esperamos a nossa vez. E depois... Quando chega o dia 25 de Dezembro, provavelmente, o que sentimos é um grande mal estar no meio de todos aqueles papéis amarrotados e restos de comida nos pratos. Para quê tudo isto? 
Estamos a retratar, é claro, aquilo que acontece na nossa sociedade de abundância, porque noutras partes do mundo, onde a fome e a sede minam os estômagos, cada um sabe bem onde se encontra o essencial. Cada vez mais, nesta sociedade, "o essencial é invisível para os olhos". 
Há que cultivar um novo olhar. Temos tanto para apreciar. Devemos "tomar" um pouco do nosso tempo para valorizar aquilo que nos facilita a vida: O ar e sol que entram pela nossa janela, as frutas e legumes na mesa,  a àgua que corre nas nossas torneiras, o sorriso com que fomos brindados, o abraço que nos acolheu.
Pensemos nisso. Talvez esse seja o melhor presente que podemos oferecer neste Natal: Cultivar um novo olhar.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Simplicidade


“A simplicidade é uma arte que não é simples.”
Dominique Loreau

A simplicidade como filosofia de vida implica um trabalho interior de reconhecimento e vigilância. Dominique Loreau apresenta-nos algumas sugestões para o concretizarmos:
  • 1.       Aprender a distinguir desejos de necessidades profundas.
  • 2.       Preferir a autenticidade à quantidade.
  • 3.       Privilegiar o espaço e o silêncio.
  • 4.       Possuir sem ser possuído.
  • 5.       Permanecer o mais livre possível.
Desembaraçar-nos daquilo que é excessivo, ou de muitas das coisas que possuímos, não significa viver em pobreza. Pelo contrário, “significa aceder a uma nova forma de riqueza, aquela de saber dar lugar ao essencial”: Ter tempo para cultivar os nossos dons, usufruir plenamente de tudo aquilo que temos dentro e fora de nós. Aceder à riqueza que está aqui e agora. 
Bom fim de semana!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Histórias de vida - Kim Phuc



A fotografia de Kim Phuc é a imagem símbolo da Guerra do Vietname: uma menina que corre nua, com o corpo em chamas, entre outras crianças, numa estrada nos arredores de Saigão. Essa menina tem hoje 47 anos, decidiu que nunca abdicaria do seu direito à vida e dirige uma fundação que procura transmitir às crianças a crença na superação de dores profundas e obstáculos aparentemente inultrapassáveis.
A 8 de Junho de 1972 Kim Phuc refugiara-se num templo da pequena povoação Thang Bang. O ruído dos aviões, que sobrevoaram a povoação, assustou o grupo de que fazia parte Kim Phuc, levando-o a deixar o templo. Ao abandonarem o templo foram atacados, na estrada, por bombas naplam. Dois dos irmãos de Kim tiveram morte imediata. A sobrevivência de Kim Phuc deveu-se ao fotógrafo indonésio Nick Ut que fixou o momento em que a pequena vietnamita estava com o corpo em chamas. Com queimaduras de terceiro grau e o queixo preso ao peito por cicatrizes da carne e músculos queimados, Kim foi sujeita a 17 intervenções cirúrgicas em dois anos. Apesar da cirurgia reconstrutiva, as suas costas são representativas da dor crónica a que está condenada a conviver até ao fim da sua vida.
Demasiado tarde para prosseguir medicina, Kim Phuc optou por farmacologia. Em Havana conheceu o seu marido, outro estudante de informática vietnamita. Numa escala para reabastecimento num aeroporto entre Moscovo e Havana, saíram do avião e pediram asilo político no Canadá começando, assim, uma nova etapa da sua vida.
Em 1997 foi nomeada embaixadora de boa vontade da UNESCO e criou a Fundação Kim Phuc para apoio às crianças filhas da guerra, como ela. A hipótese de um mundo novo, um caminho de perdão, uma abertura para a felicidade…


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BOA SEMANA!

                                           Duas estudantes - Mai-Thu

“Em vez de nos concentrarmos nos problemas, vamos dar atenção aos momentos (situações, pessoas) em que, mesmo excepcionalmente, eles não ocorrem. São situações de controlo e não sentimentos de impotência que nos motivam e apontam respostas.”

                               Marujo, H., Neto, L. M. Optimismo e Esperança na Educação