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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Porque amanhã é o DIA DE FAZER A DIFERENÇA!



Para amanhã, "DIA DE FAZER A DIFERENÇA", deixamo-vos a proposta de David Huller ("365 ideias para mudar o mundo"):
"- Porque não fazer algo este ano no Dia de Fazer a Diferença? Combine alguma coisa com os amigos ou faça-o individualmente.
- Faça uma coisa em grande, que envolva muitas pessoas, ou pelo contrário algo bastante discreto, sozinho ou com a ajuda de um amigo. Pode, por exemplo, apanhar o lixo da rua, plantar flores em volta de uma árvore, ou ajudar um idoso a atravessar uma entrada movimentada. 

- Pode marcar a diferença e o Dia de Fazer a Diferença é o dia ideal para o fazer."



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Trabalhar o optimismo

"Se uma pessoa estiver interessada em ser mais optimista tem que primeiro descobrir o que é o optimismo e, depois, trabalhá-lo. Pense como pensar, tem de analisar os seus pensamentos. Outra coisa que aumenta o optimismo, mas requer algum investimento, é aumentar os pequenos momentos da vida que nos fazem sentir bem, porque durante esses momentos os pensamentos vão ser positivos. Isto não é fácil, embora pareça uma coisa simples. Também podemos fazer uma lista das "pequenas coisas" que são gratificantes na nossa vida. "Que disparate fazer uma lista!", mas se a fizerem estão a treinar o optimismo. Eu gosto de falar com o meu amigo tal, com a minha filha, gosto de comer isto, de passear à beira-mar, gosto de uma lista infinita de coisas e o facto de escrever isso torna-me mais consciente e, de alguma forma, leva-me a ir ao encontro daquilo ou daqueles que me fazem bem."
                       Luis Rojas Marcos 

Tal como a jardinagem, o optimismo pede esforços e tempo.
E porque todos nós temos dias cinzentos deixamo-vos o testemunho de Yohansson (23 anos):

"Há dias em que só temos vontade de desistir. Em que nos perguntamos o que é que fazemos aqui. Em que temos vontade que tudo se acabe. Às vezes perguntamo-nos se não estamos a ter um pesadelo, tentamos convencer-nos disso e dizemo-nos “vou acordar, vou abrir os olhos e  vai aparecer um dia pleno de luz e esperança…” Só que não acontece nada e apercebemo-nos que estamos, de facto, tristes, a sofrer e sentimo-nos desesperadamente sós.
É, às vezes, nesse momento que um fio de luz aparece: a pequena atenção de alguém próximo, uma palavra reconfortante, uma conversa calorosa com as pessoas que amamos... É nesses momentos que me digo que nada está perdido e que ainda há esperança para que me sinta melhor. Que verei, enfim, o sol dentro de mim. Que a sombra existente dentro de mim vai desaparecer e me vou libertar de tudo aquilo que me aprisiona: passado, falta de confiança em mim, o olhar dos outros…
É nesses momentos negros que penso nas pessoas que amo, na minha família, nos meus amigos de todos os dias… Nas coisas simples também, como o sol, o mar, o vento no meu rosto quando saio e o sorriso de alguns desconhecidos com que me cruzo. Digo-me que a vida também pode ser bonita e que faço parte dela, conseguirei libertar-me e alcançar uma felicidade que partilharei com os outros. Nesse dia estarei à altura de dizer a todas as pessoas que conhecem horas sombrias “é possível, não baixem os braços, confiem na vida e aceitem todo o amor dos que vos estão próximos.”
Esse dia ainda não chegou para mim, mas pretendo pôr mãos à obra para que ele chegue o mais rapidamente possível.”  
Fonte: Psychologies


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

BOA SEMANA!

"Nada do que tem valor pode ser comprado; tudo o que é autenticamente precioso só pode ser arbitrariamente dado e gratuitamente recebido."
Simon Leys



domingo, 17 de outubro de 2010

Dia internacional para a erradicação da pobreza

“A pobreza é a negação de todos os direitos humanos. “
                                                                                     M. Yunnus

Assim como a escravidão e o apartheid, a pobreza não é um algo natural. Ela é gerada pelo ser humano e pode ser vencida e erradicada pelas acções dos seres humanos.
Nelson Mandela


 

 “O novo milénio começou com um grande sonho global: Reduzir a pobreza para metade até 2015. Nunca antes, na História da Humanidade, o mundo inteiro se tinha comprometido a atingir um objectivo tão audacioso, a uma só voz, com metas e prazos determinados. Mas depois veio o 11 de Setembro, a guerra do Iraque e, de repente, o mundo foi desviado da prossecução desta meta, os dirigentes mundiais desviaram a atenção da guerra contra a pobreza para a guerra contra o terrorismo. Eu não acredito que o terrorismo possa ser derrotado com acções militares. (…) Eu acredito que canalizar recursos para melhorar a vida das pessoas pobres é uma estratégia melhor do que gastar esses mesmos recursos em armas.”
                                                                                                          M. Yunnus
O primeiro objectivo do milénio parece ser, cada vez mais, uma meta inalcançável. O cenário ameaçador que se nos depara torna ainda mais negras as sombras da pobreza: Doenças, ausência de educação, crime, guerra, fuga de cérebros, narcotráfico, prostituição, xenofobia de raça, nação e classe. No entanto… Talvez seja esta a altura de acordarmos e rever percursos. Se vivemos uma crise profunda algo se esgotou. Se chegamos a um beco, talvez seja a altura de arrepiar caminho e encontrar outros: Novas formas de organização económica e social, modelos de desenvolvimento alternativo. Porque, como nos diz Muhammad Yunnus:
“Nós criamos o mundo de acordo com a nossa vontade. Se acreditássemos, firmemente, que a pobreza é inaceitável e que não devia fazer parte de uma sociedade civilizada, teríamos desenvolvido instituições e políticas apropriadas para criar um mundo livre de pobreza.
Temos de inventar formas de mudar, continuamente, as nossas perspectivas e reconfigurar rapidamente as nossas predisposições.”
No âmbito do Projecto "Optimismo em Construção" vamos fazendo a nossa parte.
                                          
                                    Campanha de solidariedade à CVP

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O poder da música


Um estudo muito conhecido, denominado “efeito Mozart”, feito em 1992, mostrou que ao escutar durante 10 minutos uma sonata de Mozart, existia um aumento de 50% do nosso potencial de concentração. Pesquisas posteriores permitiram concluir que a música pode aumentar a nossa produção de endorfinas (“as moléculas da felicidade”), regularizar os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e reforçar a resistência física. De facto, escutar uma hora e meia de uma música calma parece ter o mesmo efeito de tomar 10 mg de um anxiolítico.
Quando a música corresponde ao nosso “tempo” interior, instala-se a harmonia. Em certas culturas, quando  as pessoas estão tristes e desejam entrar em comunhão com outras, mas não conseguem falar, sentam-se simplesmente em círculo para tocar um qualquer instrumento. Estabelece-se a conexão e o equilíbrio emocional: A música tem o poder de curar.

Playing for change

            O projecto "Playing for Change: Songs around the world", cujo conceito é o de que  a música é um factor comum de agregação entre diferentes culturas, etnicidades e regiões, começou com o sonho de um pequeno grupo de cineastas: fazer um documentário sobre músicos de rua de todo o mundo.  Este sonho tornou-se uma realidade que alcançou enormes proporções. Surgiu um movimento global que nos faz sentir intensamente a música como a porta da casa da união de tudo e de todos. 


O Projecto e o seu começo

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

De cabeça para baixo





"Às vezes a nossa vida é colocada de cabeça para baixo para que possamos aprender a viver de cabeça para cima"

  O poeta - Chagall